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Estudante de Direito
Edson Nerys
Salvador (BA)
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Publicações
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Edson Nerys
Artigo ·
há 8 anos
"Ser ou não ser, eis a questão"!
Indubitavelmente, à primeira vista já notamos que estamos diante de um título inquietante, diferente e muito provocador. Entretanto, se for analisado com a devida cautela que se espera daqueles que...
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Edson Nerys
Artigo ·
há 9 anos
No anseio pelo poder, o meu semelhante pouco importa.
Há muito já se dizia “violência gera violência”, fazendo uma alusão aos ensinamentos de Cristo que vaticinava –quem com ferro fere, com ferro será ferido. Claro que diante de tais sentenças não...
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Comentários
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Edson Nerys
Comentário ·
há 7 anos
Não se iluda: não é fácil viver da advocacia
Sérgio Merola
·
há 7 anos
Esse é o tipo de artigo que não deixa marguem para dúvidas.
Parabéns, Dr!
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Edson Nerys
Comentário ·
há 8 anos
Ninguém é obrigado a fornecer senha do celular à polícia em eventual abordagem ou blitz
Canal Ciências Criminais
·
há 8 anos
Olha o nível dos debates dos caros colegadas "pensadores dos direito".
"tem que violar sim..." (Adriano Adrix)
"celular de ninguém é residência..." ( Joel Geishofer)
"Tem que violar sim... eu apoio" (Margarete Machado)
Onde foi que essas pessoas conheceram ou "estudaram" o direito? Será que na academia não conheceram pensadores das ciências criminais como: Nilo Batista, Salo de Carvalho, Francesco Carnelutti, Cesare Beccaria.....o que então falar do grande Lênio Luis Streck.
Por favor caros colegas, antes de vim aqui e presta um desfavor a sociedade e ao universo jurídico...vão estudar um pouquinho. Fechem as vossas matracas (isso porque falar por tudo que é lugar que pode sair som) e tentem controlar as falácias perfunctória
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Edson Nerys
Comentário ·
há 9 anos
Vetado uso de armas de fogo por agentes de trânsito
Perfil Removido
·
há 9 anos
Até que fim um decisão lúcida no meio de tantas outras lúgubres!
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Recomendações
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Rômulo de Andrade Moreira
Artigo ·
há 6 anos
A nossa rinocerontite aguda
Eugène Ionesco, um dos maiores e mais prestigiados dramaturgos franceses de todos os tempos (de origem romena), dos mais importantes teatrólogos do século e um dos criadores do Teatro do Absurdo, em...
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Bruno Da Silva Joao
Comentário ·
há 8 anos
Ninguém é obrigado a fornecer senha do celular à polícia em eventual abordagem ou blitz
Canal Ciências Criminais
·
há 8 anos
Me desculpe Gustavo, mas:
1 - Quem inicia uma frase com "tem que violar mesmo" e termina com "no EUA tu pode ter seu celular violado" não deveria nem se considera Brasileiro e sim um americano que nasceu no quintal dos fundos.
2 - Nossa legislação não proteje bandido e sim cidadãos de bem. O fato de um bandido fazer mau uso de um aparelho onde pesoas de bem guardam seus dados não torna os dados menos sigilosos para o cidadão de bem. Esse negócio de quem não teme não tem porque esconder é muito genérico e só é dito por pessoas com preguiça de argumentar ou pensar um pouco no assunto.
3 - Onde foi que você viu a vontade popular de ter seus dados violados?
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Eunice de Araújo Gomes
Comentário ·
há 9 anos
Sobre a crítica pela arte e a moralidade cristã
Wagner Francesco ⚖
·
há 9 anos
Prezado amigo,
Devemos separar aquilo que é crítica daquilo que é meramente ofensa. Crítica é algo que se constrói com base em argumentos, se solidifica com a sensibilidade de não ser dono da verdade. Criticar é algo desejável, contudo, ofender, ou ofender por meio da ridicularização, não se trata de crítica, é apenas a expressão da agressão. Temos diversas religiões, não apenas o cristianismo, que, por um contexto histórico, colocam a mulher em posição desimportante. Podemos acompanhar isto na Tora, Alcorão, Vedas...
Mas, também temos este tipo de conceituação de inferioridade em ensaios "críticos" de filósofos. Já que citou Nietzsche, devemos lembrar que ele próprio possui frases muito famosas de explícito machismo: "A mulher tem tantas razões para ficar envergonhada! Há tanto pedantismo na mulher, tanta superficialidade, doutrinarismo, presunção mesquinha, pequenez desenfreada e imodesta! Preste atenção no seu convívio com crianças! Até agora, só o medo ao homem refreou e reprimiu essas fraquezas." trecho de "Para Além do Bem e do Mal, aforismo 232". Entre outras pérolas da misoginia.
Veja a certa diferença entre a parte bíblica que o senhor colocou (mais completa, dentro do contexto) e a idealização de Nietzsche sobre as mulheres. No Efésios, a continuação daquilo que o senhor citou está os versículos 25, 33 e 28, destaco o último: "Assim devem os maridos amar as suas próprias mulheres, como a seus próprios corpos. Quem ama a sua mulher, ama-se a si mesmo."
Deixo então a minha crítica, eis que crítica não é ofensa, é argumentação. Tenho Nietzsche como filósofo importante, acho muito importante a contribuição argumentativa dele, contudo, ainda humano e cheio de preconceitos. Tenho na Bíblia lições excepcionais, acho uma importante contribuição para o pensamento de forma mais fraterna e em comunhão com o divino (assim como outros textos sagrados de diversas religiões). Contudo, ainda escrito por humanos. Daquilo que acredito se tratar de expressão da temporaneidade, tanto nos escritos dos filósofos, quanto nos escritos dos sagrados das religiões, eu tento retirar da base de aprendizado, e coloco na base do humano errando como sempre fizemos e faremos.
Como mulher, e como ser humano, tento aprender com que é universal e perene, rechaço aquilo que é temporal. Por último, acredito que mesmo aquele que se diz filósofo, critico, religioso e artista tem o poder de ofender severamente, mulheres, pessoas, crenças, culturas. Aquele que se julga acima do bem e do mal, possui apenas a soberba (Até porque "bem" e "mal" são expressões da filosofia e da ética, não apenas religiosas). Não consegue enxergar o outro e ofende, castiga, maltrata. Isto é errado para TODOS nas mais diversas expressões de nossas intelectualidades. Na minha opinião, NÃO existem espíritos livres, todos somos humanos com severos preconceitos, todos nós temos a nossa "moralidade".
Quando atacamos uma religião como um todo, atacamos os "falsos profetas" que disseminam o ódio, mas também atacamos as pessoas de boa vontade que espalham generosidade e amor. E isto está longe de fazer bem a sociedade. Que sejamos justos em nossas críticas e não sejamos apenas agressores. Não há razões argumentativas para vilipendiar, por exemplo, a imagem de Maria, de Jesus, de Maomé, de Davi, de Buda, de Iemanjá. Podemos criticar sem ofender, isto seria o mais racional e criticamente justo.
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